Bonito, jovem e fazendo um padre em "Morde & Assopra", Erom Cordeiro tem levantado suspeitas de que seu personagem pode seguir o mesmo caminho de Frei Malthus, interpretado por Rodrigo Santoro, em "Hilda Furacão". Apaixonado por livros, ele recebeu o TE CONTEI na livraria Argumento do Leblon, "cercado" de grandes filósofos e escritores, para falar de seu novo trabalho nas telinhas.
"Faço um padre jovem que chega na cidade Preciosa e desperta a curiosidade das pessoas pela sua idade. A primeira pessoa que ele conhece é a Melissa [Marisol Ribeiro] e depois eles começam uma amizade, mas não sei dizer se ele terá algum envolvimento na trama. Tudo pode acontecer porque é uma obra aberta", despista o ator, de 33 anos, sem temer possíveis comparações com Santoro.

"Como ator sou um observador do comportamento humano", diz. (Foto: Roberto Teixeira/RT Press/ Te Contei)
Criado em família católica, Erom começou a estudar Teologia e a história do Cristianismo para encarnar um homem de Deus. "Também assisti aos filmes "Diário de um padre", "Crime do padre Amaro" e "Irmão Sol e Irmã Lua". O que mais me encantou foi ver que para ser um padre a pessoa tem que abdicar de muitas situações cotidianas pois é uma profissão de fé, tem que ter determinação e uma espiritualidade desenvolvida. Eu não seria um padre. Tenho vontade de fazer várias coisas, mas admiro quem segue esse caminho", pondera.

Erom Cordeiro lê um de seus autores preferidos (Foto: Roberto Teixeira/RT Press/ Te Contei)
Entre uma foto e outra, Erom se dispersou diante de tantos títulos. "Adoro 'Crime e Castigo', de Fiódor Dostoiévski e 'A invenção da solidão', de Paul Auster. Esses são alguns dos melhores livros que já li. Sou fissurado por arte. Ler me faz muito bem. Gosto muito de literatura estrangeira e dos autores russos. Tem vezes que leio três, quatro livros ao mesmo tempo. Fico louco", brinca ele. Como dica de leitura ele cita o escritor José Saramago: "Acho que todas as pessoas deveriam ler 'As Intermitências da Morte'.
"Já perdi a conta de quantos livros eu já li na vida", diverte-se. (Foto: Roberto Teixeira/RT Press/ Te Contei)
Com mais de 25 peças no currículo, seis longas , cinco novelas e duas minisséries, Erom não tem medo de interpretar personagens polêmicos como o Zeca, homossexual que viveu em "América" e que teve o beijo gay com Bruno Gagliasso gravado, mas não exibido na novela. "Quero sempre bons personagens, polêmicos ou não. Esse é um risco que é muito prazeroso. Interpretar é dançar à beira de um abismo", filosofa.
Desde os 15 anos no teatro e prestes a estrear os filmes "O Palhaço", "Heleno" e "Paraísos Artificiais", Erom, nascido em Maceió, conta que nem sempre quis ser ator. "A primeira coisa que quis ser foi músico. Fiz aula de violão, mas vi que não tinha talento. Foi quando comecei a fazer teatro por acaso e me apaixonei", lembra ele, que ainda tem vontade de atuar na peça "Quem tem medo de Virginia Woolf?. "Acredito que qualquer ator gostaria de fazer essa peça. Mas isso é um projeto para daqui a 30 anos", completa.

Erom confessa que consegue ler quatro livros ao mesmo tempo (Foto: Roberto Teixeira/RT Press/ Te Contei)
Não é somente em livros que Erom é viciado. Morando no Rio há 16 anos, ele também adora correr e fazer trilha. "É um vício mesmo. Nas horas que eu tenho livre eu sempre tento fazer corrida ou trilha. Sem esquecer dos filmes, é claro. Procuro assistir pelo menos a um filme por dia", garante.

"Faço um padre jovem que chega na cidade Preciosa e desperta a curiosidade das pessoas pela sua idade. A primeira pessoa que ele conhece é a Melissa [Marisol Ribeiro] e depois eles começam uma amizade, mas não sei dizer se ele terá algum envolvimento na trama. Tudo pode acontecer porque é uma obra aberta", despista o ator, de 33 anos, sem temer possíveis comparações com Santoro.

"Como ator sou um observador do comportamento humano", diz. (Foto: Roberto Teixeira/RT Press/ Te Contei)
Criado em família católica, Erom começou a estudar Teologia e a história do Cristianismo para encarnar um homem de Deus. "Também assisti aos filmes "Diário de um padre", "Crime do padre Amaro" e "Irmão Sol e Irmã Lua". O que mais me encantou foi ver que para ser um padre a pessoa tem que abdicar de muitas situações cotidianas pois é uma profissão de fé, tem que ter determinação e uma espiritualidade desenvolvida. Eu não seria um padre. Tenho vontade de fazer várias coisas, mas admiro quem segue esse caminho", pondera.

Erom Cordeiro lê um de seus autores preferidos (Foto: Roberto Teixeira/RT Press/ Te Contei)
Entre uma foto e outra, Erom se dispersou diante de tantos títulos. "Adoro 'Crime e Castigo', de Fiódor Dostoiévski e 'A invenção da solidão', de Paul Auster. Esses são alguns dos melhores livros que já li. Sou fissurado por arte. Ler me faz muito bem. Gosto muito de literatura estrangeira e dos autores russos. Tem vezes que leio três, quatro livros ao mesmo tempo. Fico louco", brinca ele. Como dica de leitura ele cita o escritor José Saramago: "Acho que todas as pessoas deveriam ler 'As Intermitências da Morte'.
"Já perdi a conta de quantos livros eu já li na vida", diverte-se. (Foto: Roberto Teixeira/RT Press/ Te Contei)
Com mais de 25 peças no currículo, seis longas , cinco novelas e duas minisséries, Erom não tem medo de interpretar personagens polêmicos como o Zeca, homossexual que viveu em "América" e que teve o beijo gay com Bruno Gagliasso gravado, mas não exibido na novela. "Quero sempre bons personagens, polêmicos ou não. Esse é um risco que é muito prazeroso. Interpretar é dançar à beira de um abismo", filosofa.
Desde os 15 anos no teatro e prestes a estrear os filmes "O Palhaço", "Heleno" e "Paraísos Artificiais", Erom, nascido em Maceió, conta que nem sempre quis ser ator. "A primeira coisa que quis ser foi músico. Fiz aula de violão, mas vi que não tinha talento. Foi quando comecei a fazer teatro por acaso e me apaixonei", lembra ele, que ainda tem vontade de atuar na peça "Quem tem medo de Virginia Woolf?. "Acredito que qualquer ator gostaria de fazer essa peça. Mas isso é um projeto para daqui a 30 anos", completa.

Erom confessa que consegue ler quatro livros ao mesmo tempo (Foto: Roberto Teixeira/RT Press/ Te Contei)
Não é somente em livros que Erom é viciado. Morando no Rio há 16 anos, ele também adora correr e fazer trilha. "É um vício mesmo. Nas horas que eu tenho livre eu sempre tento fazer corrida ou trilha. Sem esquecer dos filmes, é claro. Procuro assistir pelo menos a um filme por dia", garante.

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