PLUS TV – “Mais uma vez amor” é a remontagem de uma peça que foi sucesso com Marcos Palmeira e Luana Piovani. Como surgiu a idéia de voltar com esse projeto?EROM CORDEIRO – Deborah estava com vontade de produzir um espetáculo esse ano e se associou com o produtor Léo Fuchs. Saíram em busca de um texto até que encontraram esse.
PLUS TV – Não tem medo de comparações com Palmeira?
EC - A primeira montagem aconteceu em 2002 e não cheguei a ver. Acho o Marcos Palmeira um ótimo ator. Se surgirem comparações, elas independem de mim. Nem penso nisso. Faço o meu trabalho.
EC - A primeira montagem aconteceu em 2002 e não cheguei a ver. Acho o Marcos Palmeira um ótimo ator. Se surgirem comparações, elas independem de mim. Nem penso nisso. Faço o meu trabalho.
PLUS TV – Você e Deborah Secco estão rodando o país com a obra. As pessoas vão ao teatro pelo argumento da peça ou para ver os atores da televisão?
EC - Claro que existe uma curiosidade do público em ver de perto o artista que costuma ver na televisão, mas a peça estabelece uma empatia imediata com a platéia e a divulgação boca-a-boca fica a nosso favor. As pessoas riem e se emocionam muito.
EC - Claro que existe uma curiosidade do público em ver de perto o artista que costuma ver na televisão, mas a peça estabelece uma empatia imediata com a platéia e a divulgação boca-a-boca fica a nosso favor. As pessoas riem e se emocionam muito.
PLUS TV – Qual cidade que vocês passaram foi mais marcante?
EC - A receptividade tem sido muito boa em todas as cidades. Mesmo! A estréia da peça foi em Recife no Teatro Santa Isabel – um dos mais belos teatros do país – e desde lá temos a felicidade de ter teatros lotados em todos os lugares que passamos.
EC - A receptividade tem sido muito boa em todas as cidades. Mesmo! A estréia da peça foi em Recife no Teatro Santa Isabel – um dos mais belos teatros do país – e desde lá temos a felicidade de ter teatros lotados em todos os lugares que passamos.
PLUS TV – E o que você prefere fazer: teatro, cinema ou televisão?
EC – É no teatro onde eu mais vivi e trabalhei. É onde piso com mais segurança. A televisão tem a agilidade, o ritmo frenético e proporciona um alcance imenso do trabalho. O cinema permite trabalhar com uma preparação mais cuidadosa, com os detalhes. Prefiro boas histórias a serem contadas, bons personagens. Não importa se no teatro, cinema ou tv.
EC – É no teatro onde eu mais vivi e trabalhei. É onde piso com mais segurança. A televisão tem a agilidade, o ritmo frenético e proporciona um alcance imenso do trabalho. O cinema permite trabalhar com uma preparação mais cuidadosa, com os detalhes. Prefiro boas histórias a serem contadas, bons personagens. Não importa se no teatro, cinema ou tv.
PLUS TV – Quando se fala de Erom Cordeiro, o público lembra do beijo gay de América. É ruim ser lembrado por uma cena que nunca foi ao ar?
EC – Não, o trabalho todo foi muito bacana de fazer: personagem, elenco, equipe e repercussão.
EC – Não, o trabalho todo foi muito bacana de fazer: personagem, elenco, equipe e repercussão.
PLUS TV – Posaria nu?
EC – Não.
EC – Não.
PLUS TV – Deborah Secco é fã do BBB, mas o meio artístico costuma olhar torto para reality shows. Qual a sua opinião sobre esses programas?
EC – Não costumo assistir, aliás vejo pouco tv. Não tenho nada contra, é apenas mais um programa como tantos outros. Há algo de interessante em relação a uma dramaturgia do cotidiano. As pessoas naquelas circunstâncias são levadas a serem personagens delas mesmas, com funções dramáticas querendo ou não: ‘o vilão’, ‘a vilã’, ‘a mocinha’, ‘a extrovertida’, ‘a mal-humorada’, ‘o estúpido’ e por aí vai.
EC – Não costumo assistir, aliás vejo pouco tv. Não tenho nada contra, é apenas mais um programa como tantos outros. Há algo de interessante em relação a uma dramaturgia do cotidiano. As pessoas naquelas circunstâncias são levadas a serem personagens delas mesmas, com funções dramáticas querendo ou não: ‘o vilão’, ‘a vilã’, ‘a mocinha’, ‘a extrovertida’, ‘a mal-humorada’, ‘o estúpido’ e por aí vai.
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